em 24 de Fevereiro de 2007
Publicado em
Letras
Música de Paulo Ciranda e Marco Valença
Sei que não me entrego
No entanto eu te confesso
Não é fácil não
Seguir sozinho assim
Pensa como sendo
Um veneno forte e lento
Fogo sem perdão dentro de mim
Feito ópio
Num momento
Se desprende nasce da flor
Meu tormento, um ódio cego
Foi brotar do teu amor
Cão que não tem dono
Como um rio frio e longo
Já não há canção
Pra ser feliz assim
Pensa do silêncio
Na insônia, cio, lenço.
Como um furacão
Com centro em mim
Feito ópio
Num momento
Se desprende nasce da flor
Meu tormento, um ódio cego
Foi brotar do teu amor.
No entanto eu te confesso
Não é fácil não
Seguir sozinho assim
Pensa como sendo
Um veneno forte e lento
Fogo sem perdão dentro de mim
Feito ópio
Num momento
Se desprende nasce da flor
Meu tormento, um ódio cego
Foi brotar do teu amor
Cão que não tem dono
Como um rio frio e longo
Já não há canção
Pra ser feliz assim
Pensa do silêncio
Na insônia, cio, lenço.
Como um furacão
Com centro em mim
Feito ópio
Num momento
Se desprende nasce da flor
Meu tormento, um ódio cego
Foi brotar do teu amor.
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